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Minicurso


Ministrante: RENALLY GONÇALVES DA SILVA
A atividade de Resolução de Problemas é parte essencial das aulas de Física em todos os níveis de Ensino, no entanto, nem sempre essa atividade é planejada e realizada de modo a favorecer o processo de ensino e aprendizagem de conceitos de Física, funcionando apenas como meros exercícios repetitivos e que não constroem sentido nos estudantes. Por outro lado, outra dificuldade é sempre apontada, tanto por professores quanto por estudantes, quando se trata de resolução de problemas, a Matemática. Nesse sentido, propomos discutir de que formas a atividade de Resolução de problemas e a modelagem matemática de problemas de Física vem contribuindo para o ensino e aprendizagem de conceitos, buscando compreender suas potencialidades e de que forma podemos utilizar a Modelagem matemática e a Resolução de problemas como estratégia para abordar conceitos de Física.

Vagas: 19
Valor: R$ 0.00 (gratuito)

Ministrante: JUAN FELIPE DE AZEVEDO FALCÃO
A aprendizagem ocorre de maneira significativa, quando o novo conhecimento a ser adquirido é ligado a base de conhecimentos adquiridos anteriormente de forma clara e coesa. Sendo assim o educando ampliará sua base de conhecimento facilitando a incorporação de novas teorias e conceitos. Segundo Soares (2009) uma grande vantagem de o aluno aprender de forma significativa é que com o decorrer do tempo ele saberá aplicar o conhecimento adquirido em outros conteúdos, algo que é de extrema importância para os estudantes do campo da matemática. O motivo para a introdução dos jogos nas aulas de matemática é a possibilidade de tentar diminuir os bloqueios apresentados por muitos alunos que temem a matemática e sentem-se incapacitados para aprendê-la de forma significativa. Segundo o PCN (2001) do ensino fundamental de matemática “Um aspecto relevante nos jogos é o desafio genuíno que eles provocam no aluno que gera interesse e prazer”. O aluno, ao aprender com um jogo matemático, o faz sem muitos esforços, pois estará antes de tudo divertindo-se, cabe ao professor orientá-lo e fazê-lo enxergar a matemática do jogo, o conceito que está sendo estudado. No primeiro momento vamos abordar os seguintes tópicos: Teoria da aprendizagem Significativa, A potencialidade da utilização dos Jogos para uma aprendizagem significativa, orientações para utilização de jogos matemáticos. No segundo momento, dividiremos os participantes em grupo para realizarem algumas atividades práticas utilizando alguns jogos matemáticos que abordam diferentes conteúdos de geometria, álgebra e aritmética. No terceiro momento os grupos irão apresentar seus jogos aos demais participantes, fazendo uma análise da potencialidade dos mesmos.

Vagas: 20
Valor: R$ 0.00 (gratuito)

Ministrante: JESSICA KELLY SOUSA FERREIRA
As transformações históricas trazem à tona novas maneiras de conviver, agir e pensar disseminadas pelas novas tecnologias da informação e comunicação, essas mudanças têm chegado também ao ambiente das escolas e das salas de aula. Sendo o Inglês considerado uma Língua Universal e presente em grande parte das ferramentas e recursos tecnológicos utilizados pelos jovens, como podemos utilizar o facebook, rede social tão utilizada pelos alunos, como um ambiente que proporcione e favoreça um ensino de Língua Inglesa mais autônomo e inovador? Deste modo, refletiremos acerca de como esses recursos, por vezes vistos como vilões, podem ser utilizados como formas válidas, interessantes e auxiliares ao trabalho do professor e a aprendizagem dos alunos. Neste contexto, nosso objetivo é proporcionar discussões sobre os elementos presentes no facebook que favorecem a abordagem de conteúdos, tal como a efetivação de um processo de ensino e aprendizagem que estimulem o trabalho de professores e alunos como parceiros, reconfigurando o papel do professor, que deixa de ser visto como aquele que tudo sabe, mas como um mediador e incentivador à aprendizagem autônoma e inovadora propiciadas através do uso desta rede social.

Vagas: 20
Valor: R$ 0.00 (gratuito)

Ministrante: EDUARDO ADELINO FERREIRA
O jogo lúdico é uma importante ferramenta na qual o professor deve oferecer possibilidades para a elaboração do conhecimento. Quando bem trabalhadas, essas atividades oportunizam a interlocução de saberes e o desenvolvimento pessoal, logo o jogo é considerado um tipo de atividade lúdica, quando possui duas funções em equilíbrio: a lúdica e a educativa. O presente trabalho tem o objetivo de oportunizar professores em formação inicial e continuada para discutir e desenvolver novos materiais didáticos que busquem a melhoria da aprendizagem da química no ensino básico através dos seguintes jogos lúdicos: Dominó Periódico (Tabela Periódica), Percurso Iônico ( Íons, Nox, Compostos Iônicos e Nomenclatura), Desafio Químico ( Substâncias, Ácidos e Bases, Hidrocarbonetos), Desafio QuizQuímico (Cinética química). Neste sentido, O minicurso vem sugerir a construção e aplicação desses jogos lúdicos como ferramenta didática que favoreça para melhorar o processo de ensino-aprendizagem de alguns conteúdos descritos acima. Espera-se que esse trabalho contribua para que os futuros e atuais profissionais utilizem as propostas em sala de aula, diminuindo as dificuldades de aprendizagem que os alunos apresentam nos conteúdos em questão.

Vagas: 20
Valor: R$ 0.00 (gratuito)

Ministrantes: Juliana Nóbrega de Almeida, Jéssicka Miirla, Fernando Florêncio, Wanessa Freitas
Resumo: O minicurso objetiva provocar a reflexão para a importância da exploração das diferentes linguagens no ensino de Geografia, de forma a tornar as aulas dinâmicas, provocando a participação dos alunos e descontruindo a visão de uma Geografia escolar descritiva e mnemômica. No caso presente, será enfocada a utilização da literatura em diversos gêneros, teatro, jogos e a linguagem cartográfica. O minicurso terá uma abordagem teórico-conceitual, seguida de exemplos de atividades desenvolvidas em cada uma dessas modalidades de linguagens no âmbito das ações do PIBID, Subprojeto de Geografia, ano de 2014.

Vagas: 20
Valor: R$ 0.00 (gratuito)

Ministrante: VALMIR PEREIRA
É comum encontrarmos discursos portadores de propostas interdisciplinares com limites muitos estreitos, por esbarrarem em problemas básicos, como a formação estanque dos próprios professores, que precisam vencer barreiras conceituais para compreender a relação de sua especialidade com as demais áreas do saber. A proposta deste Minicurso é discutir a Interdisciplinaridade e suas interfaces com as diversas áreas do conhecimento presentes, especialmente no Ensino Médio. Assim, este Minicurso sugere estratégia interdisciplinar no desenvolvimento do trabalho didático- pedagógico para o ensino de Filosofia no Ensino Médio, articulando as demais disciplinas do currículo. Defende que esse modo de lidar com a Filosofia em situação de ensino, além de tornar a atividade didática mais gratificante e motivadora, consegue, com maior fecundidade pedagógica, subsidiar o adolescente a compreender o sentido de sua experiência existencial no âmbito da existência humana em geral. Apresentaremos ao final, um esquema sucinto de um exercício de programação integrando as disciplinas do curso médio, destacando os elementos temáticos que lhes são comuns.

Vagas: 20
Valor: R$ 0.00 (gratuito)

Ministrantes: Josandra Araújo Barreto de Melo, Clícia Daniele Moura Guimarães, João Rodrigues Braga, Francisco de Assis Oliveira
O minicurso tem como principal objetivo discutir a possibilidade da utilização das novas tecnologias como alternativas para a dinamização do ensino-aprendizagem da Geografia Escolar. Para tanto, é realizada uma discussão teórica a respeito da influência das tecnologias na configuração do modo de vida em sociedade, assim como um resgate da sua influência na organização social e no chamado ciberespaço. Por fim, analisa-se a relação professor – aluno, apresentando relatos de experiências a partir da utilização de softwares e produção de vídeos nas aulas de Geografia, em pesquisa com bolsistas do PIBID junto aos alunos do Ensino Médio de escolas de Campina Grande.

Vagas: 19
Valor: R$ 0.00 (gratuito)

Ministrante: ELYONARA FERREIRA BORGES
O ensino de gramática sempre foi considerado, por diversos alunos, sinônimo de aprendizagem de um conjunto de regras e estruturas imutáveis, as quais deveriam ser aprendidas para se obter o domínio do idioma. Esse ensino de gramática normativa de forma conteudista ainda está enraizado nas práticas docentes de diversos professores, causando problemas para a aprendizagem da língua, especialmente quando observados no ensino de Língua Inglesa (LI). O recorte teórico embasou-se nas contribuições de autores que se debruçaram sobre a questão do ensino de gramática em língua estrangeira, tais como Antunes (2007) e Haley (2010). Dessa forma, o presente trabalho possui como principais objetivos discutir a importância do ensino de gramática de forma contextualizada em aulas de LI, focando na aprendizagem de conteúdos e seu funcionamento na língua (i) nos efeitos do ensino gramatical sobre os alunos (ii) e na importância do seu domínio para a comunicação.

Vagas: 20
Valor: R$ 0.00 (gratuito)

Ministrante: SILVANO FIDELIS DE LIRA
A articulação entre história e memória pode se tornar uma ferramenta para o ensino de história, no sentido em que pode promover uma ligação entre o acontecimento, a rememoração e a escrita da História, de modo que o aluno perceba que o conhecimento histórico é na verdade algo vivo e em movimento. Este minicurso visa reunir estudantes de graduação e pós-graduação que tenham interesse no tema da memória e do ensino de história, articulando-os com práticas educativas em ambientes formais e não formais de ensino. Em suas discussões prioriza-se temas como: memória, formação docente e história da educação; memória, práticas educativas e movimentos sociais; memória, ensino e políticas educacionais; memória, práticas educativas e etnia; memória, práticas educativas e inclusão.

Vagas: 20
Valor: R$ 0.00 (gratuito)

Ministrante: LILIANE VILAR DE CARVALHO
Inteligência Coletiva é uma inteligência distribuída por várias partes que possui como resultado a mobilização das pessoas, tendo como finalidade o seu enriquecimento, onde cada uma sabe alguma informação e repassa para as demais (LÉVY, 1998). A Inteligência Coletiva permite a cooperação entre professores e alunos das mais variadas instituições acadêmicas, sendo relevante utilizá-la no ambiente escolar, como forma de provocar uma mudança no ambiente institucional e no aprendizado dos alunos. No paradigma das tecnologias digitais, a aprendizagem é colocada no centro de um processo contínuo que valoriza a imaginação criativa e as divergências, com o objetivo de favorecer a autonomia e os sentimentos. As novas práticas educativas propiciam múltiplas interações e formas de compreender e construir saberes, criando então uma Inteligência Coletiva (BRETHERICK, 2013). Diante deste contexto a educação naturalmente é chamada a reestruturar-se, obrigando os educadores a reverem conceitos e estratégias, especialmente, quanto à utilização da tecnologia, com o duplo objetivo de instruir os cidadãos e despertar o pensamento crítico da realidade. Nesse sentido aponta-se, então, a necessidade de incluir a tecnologia na educação de forma crítica e comprometida com a construção do conhecimento, de maneira oposta aos modelos tradicionais que colocam o aluno como elemento passivo perante este. Dessa forma, este minicurso pretende debater a importância de se utilizar a Inteligência Coletiva no ambiente escolar e fazer com que os participantes reflitam sobre suas práticas escolares e comecem a utilizar este mecanismo como forma de melhorar a aprendizagem dos alunos.

Vagas: 20
Valor: R$ 0.00 (gratuito)

Ministrante: MARIA DAS DORES JUSTO
Discutir sobre a multiplicidade de letramentos, proporcionando assim um multiletramento crítico, seletivo e criativo em relação aos recursos disponíveis nos diferentes meios de comunicação e informação. Uso dos textos multimodais no letramento em sua diversidade de suportes. Aproveitamento da cultura de massa (os multitextos circulantes), para trabalhar a criticidade do aluno. A semiótica na construção do texto. Oficina.

Vagas: 20
Valor: R$ 0.00 (gratuito)

Ministrante: ÉRICKA ARAÚJO SANTOS
O Ensino Médio brasileiro, ao longo da história da educação, encontra-se na etapa que apresenta maior nível de complexidade, no que diz respeito à estruturação e ao desenvolvimento de atos que atendam às necessidades e expectativas estabelecidas pela sociedade contemporânea. O Programa Ensino Médio Inovador (ProEMI), instituído pela Portaria nº 971, de 9 de outubro de 2009, integra as ações do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), como estratégia do Governo Federal para induzir a reestruturação/redesenho dos currículos, ampliando o tempo na escola e a diversidade de práticas pedagógicas, a fim de atender às atuais demandas. As escolas que funcionam com o ProEMI apresentam oito macrocampos e precisam desenvolver um currículo teórico, prático e interdisciplinar. Frente a isso, uma das escolas ProEMI de Campina Grande, PB, resolveu inspirar-se na Escola da Ponte para direcionar suas práticas; os resultados estão sendo surpreendentes e são eles que guiaram a proposta desse minicurso, que objetiva realizar estudo sobre o Programa Ensino Médio Inovador (ProEMI); conhecer as ações da Escola da Ponte; reconhecer como as metodologias da Escola da Ponte foram adaptadas no projeto Médio Inovador; perceber os pontos positivos e negativos desse plano; propor possíveis renovações curriculares no Ensino Médio. Para aquisição dos objetivos é necessário ministrar atividades que envolvam análises do Documento Orientador do (ProEMI) 2014; leituras relacionadas a Escola da Ponte; exibição de vídeos e áudios que tratam sobre as metodologias utilizadas; discussão sobre as práticas viáveis e inviáveis para nossa realidade e desenvolver, coletivamente, um possível currículo inovador.

Vagas: 19
Valor: R$ 0.00 (gratuito)

Ministrante: JOSEFA ARANHA GOMES FELIPE
As novas propostas para o ensino da Língua convergem com a proposta da nossa Carta Magna 1988 que traz em seu âmbito o dever ser do regime democrático. Para tanto, a democracia da língua se faz imprescindível na conquista de direitos e cumprimento de deveres do ser humano. Reconhecer-se sujeito de direitos é compartilhar e ter acesso garantido nas diversas esferas da sociedade. A sala de aula deve ser o lugar de absorção das diversidades para conduzir seus educandos a essa vivência dos múltiplos saberes. As variedades linguísticas são bases prioritárias de conquista de direitos, pois é a língua, em suas variadas formas, que intermeia todo o processo de comunicação e reconhecimento do ser humano. Este minicurso propõe a orientação do fazer de um projeto interdisciplinar em sala de aula, o qual possa dar enfoque à leitura de gênero textuais variados através da pesquisa orientada sobre temas transversais. Tais temas servirão de base para a produção textual e análise linguística dos textos produzidos. Tem por objetivo levar o docente, do ensino fundamental e médio, trabalhar a Língua de forma democrática, observando suas variedades e sua capacidade de comunicação, sem perder de vista a relevância da linguagem formal e o papel que esta assume para a unidade da Língua de um povo. Objetiva demonstrar a importância do trabalho com projetos e orientar o passo a passo da sua elaboração e aplicação para diferenciá-lo das sequências didáticas. O minicurso será ministrado unindo teoria e prática numa pequena amostra do fazer pedagógico. Dará oportunidade de ouvir as vozes presentes no compartilhamento da atividade proposta. Apresenta como base teórica Bakhtin (2009); Antunes (2003); Kock (2014); Marcuschi (2008); Geraldi (2006); Kato (2007); Possenti e PCN.

Vagas: 20
Valor: R$ 0.00 (gratuito)

Ministrante: KETOLLY NATANNE DA SILVA LEAL
O “Lixo” como é acostumado á chamar essa diversidade de resíduos sólidos de diversos tipos de materiais gerados em nossas residências. A quantidade de resíduos sólidos urbanos está relacionada em diversos fatores como: cultura, hábitos, o poder econômico dado à população, etc. No Brasil, o valor médio verificado nas cidades mais populosas é da origem de 180kg/hab/ano (FADINE e FADINE, 2001; CALDERONI, 2003). A EPA e a AGENDA 21 afirmam ser conveniente para se lidar com a geração de resíduo sólido, priorizar sistemas que busquem e/ou proporcionem uma diminuição da quantidade de resíduo a ser descartada e, consequentemente, os seus impactos ambientais associados. Com isso, a crescente ameaça de colapso ambiental e de esgotamento de recursos, e a necessidade de encontrar soluções e implantar a conscientização sustentável na sociedade. Sendo assim, a presente proposta tem como principal objetivo promover a conscientização ambiental e mostrar que o “lixo” é a principal fonte de materiais renováveis, e que através dele pode-se transformar em uma ampla diversidade de objetos a partir da reciclagem. Fazendo uma intervenção didática entre a temática “resíduos sólidos” e a conscientização ambiental, usando a politica dos 3 Rs: Reduzir, Reutilizar e Reciclar como o foco da oficina. A oficina será desenvolvida da seguinte forma:• Primeiro MomentoMostrar a importância de trabalhar a conscientização ambiental na educação escolar, Abordar os principais tipos de resíduos sólidos que são jogados no ambiente, quais são os impactos ambientais, a composição desses materiais, utilizando slides para exposição desses tópicos.• Segundo MomentoSeparar em grupos e cada um desses grupos participará de um inquérito aberto, onde os mesmo investigam o seu contexto escolar, observando-se o acondicionamento do lixo no ambiente escolar e se nesse local realizam coleta seletiva ou reciclam algum tipo de material.• Terceiro MomentoOs grupos receberam os principais tipos de lixo que são jogados no ambiente, e a partir desse lixo, irão fazer um trabalho artesanal, produzindo objetos de decoração.Para finalizar juntaremos os grupos para mostrarem seus objetos produzidos através da reutilização do lixo, e promover sugestões para complementar esse trabalho. E mostrar através de fotos que essa proposta realizada nesta oficina realmente funciona no ambiente escolar, despertando a criatividade dos alunos, que através do artesanato pode-se minimizar o impacto ambiental causado pelo lixo e conscientizar esses alunos que estão tendo uma educação voltada para formação de indivíduos críticos.

Vagas: 20
Valor: R$ 0.00 (gratuito)

Ministrante: PRISCILA ANDRADE MAGALHÃES RODRIGUES
A parceria entre universidade e escola, duas importantes instituições de formação de docentes, tem sido tratada pela literatura como possível caminho para superar o gap existente entre teoria e prática, questão esta bastante discutida entre estudantes de cursos de formação docente (Gatti, 2012; Rodrigues, 2014). As parcerias são consideradas pela comunidade educacional como importante meio para fazer com que a formação de professores se constitua em percurso contínuo e coerente de desenvolvimento profissional (Rodrigues, 2012; Snoek, 2007; Foerste, 2004; Canário, 2007; Nóvoa, 2007; Tardif, 2008; Perrenoud, 1999). Foerste (2005) identifica que o estabelecimento de forte parceria entre universidade e escola proporciona uma melhor articulação entre os saberes teóricos, da universidade, e os saberes da experiência, da escola. A parceria é entendida, deste modo, como promissor caminho, “um movimento irreversível e necessário” (FOERSTE, 2005: 81) para se pensar a formação inicial e continuada de professores, inclusive dos professores da universidade. Ele ressalta, no entanto, que ela demanda negociação de poderes, responsabilidades e interesses, o que leva a pensar sobre quem propõe e quem executa a parceria, indicando que ambas instituições devem construir juntas sua proposta de trabalho. O objetivo deste minicurso é discutir os problemas e dificuldades encontrados neste processo de negociação de poderes e interesses, e construir possíveis caminhos para esta relação, de modo que a equação seja verdadeira, ou seja, uma relação de igualdade. Tal discussão apresenta-se como importante para o PIBID, já que um dos objetivos do programa é aproximar estas duas instituições de formação de professores. O minicurso se desenvolverá a partir de dinâmica de análise de relatos de pessoas que vivenciaram uma proposta de parceria entre universidade e escola, e da identificação conjunta do potencial deste tipo de parceria, bem como de seus problemas. A discussão será mediada a partir dos pressupostos teóricos dos estudiosos da temática.

Vagas: 20
Valor: R$ 0.00 (gratuito)

Ministrante: VALDECY MARGARIDA DA SILVA
A falta de uma política oficial de formação de professores em EJA, coerente e consequente, que tenha condições de colocar em prática esta modalidade de educação dentro de princípios pedagógicos realmente adequados a um público bastante específico, é uma questão a ser considerada sempre que desejamos compreender a dificuldade dos alunos da EJA na apropriação e consolidação da alfabetização. Considerando tais lacunas nesse campo, propomos o presente minicurso com o objetivo de contribuir com a ampliação e apropriação de repertório intelectual, social e humano da formação docente, especificamente no que diz respeito à área da alfabetização e do letramento em EJA. Compreendemos que a formação deve contribuir para que os educadores desenvolvam uma prática que reconheça e utilize os saberes e as histórias de vida dos alunos, que potencializem suas reflexões críticas e suas inserções sociais e que proporcionem vivências capazes de aguçar a capacidade investigativa, reconhecendo-os em um lugar que não o do fracasso escolar. Embasado nos estudos de Freire (1988), Senna (2007, 2012), Haddad (2000), Amorim (2006), dentre outros, esse minicurso tem como objetivos específicos aprofundar o campo teórico da alfabetização e letramento em EJA, promover uma reflexão sobre sua inserção na agenda política educacional e levar o participante a analisar e elaborar propostas curriculares direcionadas a essa modalidade de ensino. Esses objetivos serão perseguidos a partir de três eixos: 1) A especificidade dessa modalidade de Educação e seus sujeitos, desconstruindo a ideia de “fracasso” e da EJA como um “não-lugar”; 2) A formação do educador de jovens e adultos – o saber fazer do educador nas práticas de EJA; 3) A alfabetização e o Letramento em EJA. A proposta metodológica está pautada na leitura e discussão de textos selecionados; Debates, discussões coletivas e reflexões a partir das leituras realizadas; Aulas expositivas; Estudos individuais e em grupo; Relato de experiências vivenciadas nas turmas de EJA; Análise crítica da prática pedagógica da EJA a partir das teorias estudadas.

Vagas: 20
Valor: R$ 0.00 (gratuito)

Ministrante: ROGÉRIA ARAÚJO DA SILVA, MARIA LEONILDE DA SILVA
O objetivo deste trabalho é investigar o apoio inicial que a ditadura militar no Brasil recebeu de membros do clero católico, bem como analisar os acontecimentos que fizeram com que a mesma igreja recuasse no seu apoio e passasse a condenar os representantes do regime e suas práticas desumanas contra seus opositores. A história da Igreja Católica está marcada por sua aproximação junto às classes detentoras do poder político, econômico e cultural. Essa aliança era mantida no sentido de que tanto a Igreja quanto a classe dominante pudessem concentrar poderes e controlar a população. A chegada dos militares brasileiros ao poder após a queda do presidente João Goulart, não foi diferente. Contou com o apoio da igreja que junto com outros setores da sociedade organizou as chamadas Marcha da Família com Deus pela Liberdade. O motivo das marchas era condenar o suposto avanço do Comunismo no Brasil. O temor de que o Comunismo se instalasse por aqui e de que fôssemos tomados por uma desintegração e desordem social , levou muitos brasileiros a verem a ditadura como a salvação para o país, mal sabiam das barbaridades que esperavam os opositores do regime.

Vagas: 20
Valor: R$ 0.00 (gratuito)

Ministrante: GABRIEL MONTEIRO DA SILVA
A maneira como a Química é abordada nas escolas pode ter contribuído para a difusão de concepções distorcidas dessa ciência, uma vez que os conceitos são apresentados de forma puramente teórica e entediante para a maioria dos alunos, como algo que se deve memorizar e que não se aplica a diferentes aspectos da vida cotidiana. Não é novidade que os jovens não se interessem pela Química e que tenham esta visão distorcida, chegando a considerar que essa ciência não faz parte de suas vidas. O professor de química tem por desafio tornar o ensino de sua disciplina algo atraente, motivador e instigante, capaz de desenvolver no aluno a motivação para o saber científico com senso crítico. As aulas experimentais quando bem pla­nejadas, despertam o interesse dos alunos, reforçam o conteúdo de um curso e trazem a realidade para ser examinada sob a ótica científica. Desta forma o professor procura justificar a necessidade de se utilizar diferentes estratégias pedagógicas para melhorar o ensino e a aprendizagem dos conteúdos da disciplina de química no Ensino Médio. Como objetivo destas práticas educacionais, procura-se promover uma análise reflexiva e analítica que viabilize a formação de indivíduos capazes de compreender os conteúdos didáticos aliando essa teoria à prática e assim contribuir não só para o conhecimento técnico, mas também para uma cultura mais ampla dos educandos, desenvolvendo meios para a interpretação de fatos naturais, a compreensão de procedimentos e equipamentos do cotidiano social e profissional, assim como para a articulação de uma visão do mundo natural e social. Segundo MELLO et al. (2011), dentro do contexto alimentos, é possível ensinar química de acordo com os objetivos propostos pelos PCN’S. Competências e habilidades como investigação e compreensão podem ser contempladas pelas atividades investigativas, tanto teóricas quanto práticas, que exploram o uso de ideias, conceitos e modelos associados à química dos alimentos. Através desta atividade tentar-se-á desmistificar conceitos utilizados no ensino de química por professores e alunos, contextualizar os conteúdos de química e capacitar o aluno a estabelecer analogias simples entre a teoria do ensino da química e o seu cotidiano. No processo de beneficiamento de um produto de origem agrícola, a secagem desempenha um papel fundamental no custo e principalmente na qualidade final deste produto. Durante uma etapa de secagem, as variáveis operacionais como temperatura, tempo de contato com o ar aquecido e velocidade do ar de secagem, possibilita um controle maior na vida útil e no armazenamento de um alimento. Estas variáveis operacionais devem ter acompanhamento contínuo para que a umidade final do produto seja reduzida a valores adequados de armazenagem (ROCHA et al., 2005). A secagem de um produto é um processo simultâneo de transferência de calor, que é a energia necessária para vaporizar os fluidos do produto a ser seco, e a transferência de massa nas formas de umidade interna e de vapor (CAVALCANTE MATA, 1997). O presente tema visa descentralizar os conteúdos do livro didático da disciplina de química e inserir atividades experimentais que abordam assuntos que fazem parte do cotidiano do educando, no objetivo de tornar o ensino mais atraente, significativo e de melhor compreensão. Assim, os objetivos específicos, na sua totalidade, compreendem as competências e habilidades que os educandos irão adquirir ao longo do processo de investigação, elaboração e execução de um modelo pedagógico proposto para o ensino de química, buscando articular teoria e prática, através de um trabalho intelectual com atividades práticas experimentais como princípios educativos e pedagógicos para promover uma melhor compreensão dos conteúdos didáticos; contemplar atividades integradoras de iniciação científica; promover métodos de pensamento científico simples e de senso comum, a partir da experiência e fenômenos mais reais observados durante as atividades práticas; conscientizar os jovens da importância da ciência e como eles podem participar ativamente da sociedade, sendo detentor do conhecimento científico; incorporar, como princípio educativo, o incentivo; estimular a observação acurada, através da investigação e o registro cuidadoso dos dados; reconhecer o papel da Química no sistema produtivo, industrial e rural e reconhecer aspectos químicos relevantes na interação individual e coletiva do ser humano.

Vagas: 20
Valor: R$ 0.00 (gratuito)

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A wonderful serenity has taken possession of my entire soul, like these sweet mornings of spring which I enjoy with my whole heart. I am alone, and feel the charm of existence in this spot, which was created for the bliss of souls like mine.

I am so happy, my dear friend, so absorbed in the exquisite sense of mere tranquil existence, that I neglect my talents. I should be incapable of drawing a single stroke at the present moment; and yet I feel that I never was a greater artist than now.

When, while the lovely valley teems with vapour around me, and the meridian sun strikes the upper surface of the impenetrable foliage of my trees, and but a few stray gleams steal into the inner sanctuary, I throw myself down among the tall grass by the trickling stream; and, as I lie close to the earth, a thousand unknown plants are noticed by me: when I hear the buzz of the little world among the stalks, and grow familiar with the countless indescribable forms of the insects and flies, then I feel the presence of the Almighty, who formed us in his own image.

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