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Oficina


Ministrante: FABIANA ANDRADE DE SANTANA, LEONORA HILDECARME DOS MÁRTIRES, LETÍCIA CARLA DOS SANTOS MELO, TEREZA RAQUEL BORGES VAZ DE OLIVEIRA
A oficina tem por objetivo refletir sobre as possibilidades de intervenções literárias no espaço escolar e na biblioteca, tendo como foco a realização de rodas de história. Como metodologia, realizaremos com o grupo uma roda de história seguindo a aplicação de roteiros de leitura, organizados a partir de quatro etapas básicas sugeridas por RITER (2009), a saber: Motivação caracteriza-se pela criação de atividades que sirvam como motivadoras da ação da leitura. Na leitura, desenvolvem-se possibilidades interpretativas, direcionando o leitor para quilo que seria interessante ele ater-se. Na exploração, o mediador realizará questões variadas de compreensão e interpretação do texto lido. Na extrapolação, mediador levará os leitores a irem além do lido, exercitando a criatividade e a inventividade. O livro utilizado para a oficina será O homem que amava caixas do escritor Michael Sthephen King. A narrativa conta a história de um homem que era apaixonado por caixas e por seu filho. A história também problematiza questões relacionadas à possibilidade de criação de cenários imaginários envolvendo a descoberta de mundo novos, com ilustrações alegres e muita sensibilidade.Em seguida, será problematizado com o público as quatro etapas utilizadas na mediação desta roda, objetivando contribuir para o conhecimento e reflexão sobre estratégias de mediação da leitura e compreensão de textos em rodas de história.Por fim, será solicitado a divisão da turma em 5 grupos para que apresentem um “esboço” de uma roda de leitura seguindo os critérios apresentados nesta oficina, para isto serão disponibilizados algumas narrativas literárias e materiais que os estimule na elaboração do planejamento da roda.

Vagas: 20
Valor: R$ 0.00 (gratuito)

Ministrante: ANA CÉLIA DA ROCHA PEREIRA
ESTUDO TEÓRICO PRÁTICO SOBRE A TECNOLOGIA ASSISTIVA E OS JOGOS PEDAGÓGICOS COMO MEDIADORES NO CONTEXTO DAS SALAS DE RECURSOS MULTIFUNCIONAIS PARA O ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA: FÍSICA, INTELECTUAL, VISUAL, AUDITIVA, TRANSTORNO GLOBAL DO DESENVOLVIMENTO E ALTAS HABILIDADES/SUPER DOTAÇÃO, FUNDAMENTADO COM BASE NA POLÍTICA DE EDUCAÇÃO ESPECIAL NA PERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA. OBJETIVANDO PROPORCIONAR AOS PARTICIPANTES DA ÁREA DE EDUCAÇÃO E AFINS O ACESSO A VÁRIAS RECURSOS DE TECNOLOGIA ASSISTIVA E JOGOS PEDAGÓGICOS UTILIZADOS NAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DAS SALAS DE RECURSOS MULTIFUNCIONAIS, ALÉM DE POSSIBILITAR A PRODUÇÃO DE MATERIAL PEDAGÓGICO E ACESSÍVEL.

Vagas: 19
Valor: R$ 0.00 (gratuito)

Ministrante: LIGIA MARIA DE FREITAS SAMPAIO
Resumo: Os saneantes (produtos que facilitam a limpeza e a conservação de ambientes como: residências, escritórios, lojas, hospitais, etc) são amplamente utilizados pela população e ocasionam um aumento contínuo do consumo e acumulação de bens esgotando dessa forma os recursos naturais, além de acelerar o acúmulo de poluentes acima da capacidade de absorção do ambiente. Os produtos de limpeza industrializados possuem a vantagem de serem práticos, mas agridem o meio ambiente poluindo a água e também são causadores de alergia, queimaduras químicas e sensibilidade na pele. Pensando nisso, a oficina propõe a produção de soluções de limpeza que não prejudicam tanto o meio ambiente. A vantagem dos produtos ecológicos é que eles são: econômicos, promovem a autonomia e o sentimento de bem-estar, além de possibilitarem a geração de renda. Essa oficina de preparação de produtos ecológicos tem um papel indispensável na mudança de percepção de valores e de atitudes, pois promove um novo olhar ao ambiente que estamos inseridos, devido à interação de forma consciente por meio do reaproveitamento e reciclagem de materiais, que por sua vez causa menos impacto a natureza diminuindo os efeitos ambientais. Com isso, a escola Dr. Hortênsio de Sousa Ribeiro (PREMEN), busca fazer um trabalho em parceria com o PIBID, onde os alunos bolsistas interferem diretamente na aprendizagem dos alunos, através da implementação de vários recursos didáticos, entre eles destacamos a apresentação de oficinas, que além de desenvolver habilidades manuais, apresentam produtos e materiais que fazem parte do seu dia a dia, relacionando a química ao cotidiano do aluno. Já que nas oficinas são utilizadas estratégias metodológicas, que permitem a realização do processo educativo de forma dinâmica, pois os alunos colocam na prática o que aprenderam na sala de aula ou com os minicursos. Assim, uma das oficinas apresentadas foi à preparação do sabão ecológico a partir do óleo descartado pela comunidade e captada através dos alunos da Escola Dr. Hortênsio de S. Ribeiro. Outra oficina realizada pelos alunos do PIBID foi a preparação de amaciante utilizando materiais de baixo custo e de fácil acesso, além da preparação de um produto higienizador a base de ácool etílico e amaciante, que serve para limpeza de ambientes e substitui uma série de produtos geralmente utilizados para esse fim. A proposta de apresentação dessa oficina no ENID é de reproduzir esses materiais de forma manual, conforme foi trabalhada com os alunos. Com o objetivo de oferecer suporte à ação pedagógica no ensino de química, além de desenvolver uma consciência social e ambiental ao reutilizar e reciclar produtos e materiais descartáveis transformando-os em produtos que diminuam a agressão ao meio-ambiente.Palavras-chaves: Saneantes, ecológicos, meio ambiente.

Vagas: 19
Valor: R$ 0.00 (gratuito)

Ministrante: MICHELLY CASSIA DE AZEVEDO MARQUES
O ensino da linguagem matemática é sempre um desafio para o professor de matemática. A matemática possui um linguagem própria e regras que muitas vezes não são compreendidos de maneira significativa pelo aluno, mas apenas memorizadas e aceitas como válidas sem uma maior exploração de suas propriedades. Segundo Ausubel (1978), autor da Teoria da Aprendizagem Significativa, para aprender o aluno precisa apresentar disposição e estar motivado. As matemágicas (truques matemáticos) são atividades que podem estimular o aluno pois são muito divertidas. Para realizar essas atividades o matemágico utiliza operações inversas, cálculo mental e expressões numéricas e algébricas; para através de informações fornecidas pelas pessoas participantes, descobrir os resultados de cálculos ou números envolvidos nessas expressões. Pelo seu caráter lúdico as matemágicas despertam curiosidade e fascínio e podem ser atividades de grande valia para o ensino da Matemática e de sua linguagem, tendo em vista que para realiza-las ou cria-las o matemágico precisa saber operar com letras no lugar dos números desconhecidos e realizar diversos cálculos mentais através de operações inversas, propriedades de operações etc. Nesta oficina buscamos apresentar algumas matemágicas que podem auxiliar o professor no ensino de conteúdos do 6º ao 9º ano, tais como expressões numéricas e algébricas. No primeiro momento realizaremos algumas matemágicas com os participantes da oficina e revelaremos os truques (cálculos realizados). No segundo momento, dividiremos os participantes em grupo para que os mesmos criem matemágicas. No terceiro momento os grupos irão apresentar as matemágicas produzidas e seus truques, discutindo com os demais participantes suas potencialidades de utilização em sala de aula.Público alvo: Professores do Ensino Fundamental, Alunos de Licenciatura em Matemática. Vagas: 16 participantes Recursos: Data show, Copias do material de orientação para cada participante, papel e lápis.

Vagas: 19
Valor: R$ 0.00 (gratuito)

Ministrante: LENALDO DA SILVA FERREIRA
Analisar e refletir a letra da música "Admirável gado novo" do músico Zé Ramalho e analisar os discursos proferidos, fazendo dessa prática uma forma de criticar algumas dos problemas da vida cotidiana presentes na canção, onde o aluno possa identificar a possibilidade de se estudar a ditadura militar no Brasil por meio de uma manifestação artística "as manifestações culturais de uma dada sociedade - poesias, memórias, músicas e símbolos - revelam uma totalidade complexa e contraditória de impressões e sentimentos, pois são construídas na diversidade do real e do vivido". (CUNHA, 2005, p. 55).

Vagas: 20
Valor: R$ 0.00 (gratuito)

Ministrante: RUTH BRITO DE FIGUEIREDO MELO
A realização de atividades experimentais é uma parte essencial para o ensino da física, pois seu uso tem sido apontado como uma das maneiras mais frutíferas de se minimizar as dificuldades de aprender e de se ensinar física de modo significativo e consistente, onde deve-se criar oportunidades para que o ensino experimental e o ensino teórico se efetuem em concordância. Baseado nos problemas encontrados na disciplina de física, muitas propostas vêm sendo introduzidas para uma melhoria no processo de ensino-aprendizagem desta ciência. Diversas pesquisas têm sido feitas a respeito do uso de experimentos no ensino de física, e segundo elas, o ensino centrado nos conceitos teóricos, sem incluir situações reais, torna a disciplina desmotivante, e nesse sentido, a atividade experimental vem como uma importante ferramenta pedagógica, apropriada para despertar o interesse dos alunos e cativa-los para os temas propostos pelos professores, sendo capaz de ampliar a capacidade para a aprendizagem dos conceitos físicos. Dentro deste contexto, a presente oficina traz a proposta, de desenvolver atividades experimentais de fácil utilização e confeccionadas com materiais de baixo custo, para os professores de física do ensino médio. O objetivo da oficina é estimular no professor de física, na pratica experimental, através da confecção de experimentos simples e fáceis de fazer, não sendo necessário o uso de um laboratório experimental, mas utilizando materiais disponíveis no seu dia a dia, relacionando assim, o conteúdo físico, a prática experimental e o cotidiano do aluno. Na oficina serão abordados alguns conteúdos físicos das três series do ensino médio, e como confeccionar atividades experimentais para o processo de aprendizagem destes conteúdos.

Vagas: 20
Valor: R$ 0.00 (gratuito)

Ministrante: ANDRÉIA RAFAEL DE ARAÚJO
Resumo: Apesar de inúmeros estudos alertarem para a prática do “bullying” presente na sociedade, principalmente na sala de aula, ainda é comum encontrarmos a prática de tal ato. Portanto, diante desta situação, a presente oficina tem como objetivo mostrar a diversidade presente nos textos, estabelecendo diálogos acerca da realidade no ambiente escolar. Assim, trabalhar-se-á a diversidade, tendo como principal veículo o texto.

Vagas: 20
Valor: R$ 0.00 (gratuito)

Ministrante: FRANCISCO CÉSAR COSTA LINS
Esta oficina tem como principal objetivo oferecer aos participantes possíveis propostas para a elaboração de atividades, dinâmicas e novos métodos didático-pedagógicos que facilitem a compreensão do aluno nas aulas de língua inglesa. Para isso, utilizaremos dos materiais elaborados por alunos do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) no âmbito de fomentar o interesse do discente pelas aulas de língua inglesa no Ensino Médio. Levando em consideração as quatro habilidades lingüísticas: listening, speaking, writing e reading, abordaremos também quais critérios devem ser levados em consideração no momento em que o docente pretende elaborar um material didático para se trabalhar em determinada turma. Assim, vemos o quão importante é pensarmos nas habilidades acima mencionadas como fontes desencadeadoras para o desenvolvimento senso-crítico do discente. Para desenvolvermos este trabalho utilizaremos como aporte teórico básico autores como Freire (2010); Piaget (2002) e Montessori (2005), além dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs).

Vagas: 20
Valor: R$ 0.00 (gratuito)

Ministrante: FÁTIMA LÚCIA CRUZ DE LACERDA
A maioria dos professores de Química de nível médio e superior concorda que o ensino da disciplina apresenta muitos problemas. Um dos problemas é a ausência de atividades experimentais. Essas práticas facilitam a compreensão de fenômenos químicos e essa, é uma das razões que nos leva a optar por realizar a oficina, na qual os participantes poderão desenvolver as atividades experimentais, colocando a “mão na massa” e experimentar o “aprender fazendo”. Nesta perspectiva, o ponto de partida será oferecer uma proposta para que a disciplina se torne mais atrativa e que possa envolver a contextualização vinculada ao conteúdo e a experimentação de maneira que este aluno se identifique e incorpore aquele conteúdo como pertencente ao seu cotidiano. Esta oficina pretende oferecer aos participantes, ferramenta que poderá levar a fomentar uma discussão em suas salas de aula. A oficina pretende abordar de forma prática e contextualizada conceitos relacionados a pilhas e os problemas que podem causar ao meio ambiente e apontar uma mudança na perspectiva da didática como um fator de motivação para uma aprendizagem efetiva e uma tomada de consciência no que diz respeito à preservação do meio ambiente. A oficina se caracteriza em montar pilhas caseiras, baseada naquelas construídas no contexto de sua evolução histórica. A oficina será realizada em quatro momentos. Primeiro, a montagem de pilhas relacionando o conteúdo pilhas em eletroquímica com o cotidiano do aluno. Em seguida, será desenvolvida a montagem de pilhas utilizando substâncias tais como: solução saturada de água e sal de cozinha, vinagre, refrigerante, limão. Por fim, provocar uma discussão acerca dos conhecimentos sobre a composição de pilhas e os impactos ambientais que os resíduos desses materiais podem provocar numa situação de descarte incorreto. Espera-se que, após a realização das atividades, os participantes possam aplicar esta proposta pedagógica na sua prática docente.

Vagas: 20
Valor: R$ 0.00 (gratuito)

Ministrante: DAVID LUIZ RODRIGUES DE ALMEIDA
A Cartografia Escolar se constitui como um núcleo de pesquisa relacionado ao ensino –aprendizagem de Geografia destinado para escolares. Estes estudos privilegiam o mapa como instrumento de comunicação de informações sobre o espaço geográfico. Propomos para o IV ENID discutir um dos ramos desta cartografia chamada de Cartografia Social. A Cartografia Social entendida como uma proposta metodológica e conceitual permite a reflexão sobre o conhecimento de maneira coletiva, desenvolvendo o processo de comunicação entre os participantes, professores e alunos. Recria uma imagem grupal do território, lugar vivido, possibilitando a construção coletiva de mapas. É uma abordagem da comunidade e do seu espaço geográfico, socioeconômico e histórico-cultural. Dentro do segmento destacado acima utilizamos o recurso mapa mental como uma representação mais livre do espaço geográfico, que não resulta necessariamente no mapa existente, não tem o mesmo foco da cartografia piagetiana que vê o espaço como forma geométrica, mas analisa o mapa produzido como produto da linguagem humana, é aproximado da perspectiva vigotskiana. Possibilita ao aluno estabelecer uma ação consciente do ato de mapear relacionando o conhecimento cientifico ao cotidiano. A proposta da oficina tem como objetivo central apresentar o recurso didático mapa mental para o ensino-aprendizagem de Geografia na Educação Básica (Ensino Fundamental e Médio). Sua proposta metodológica é composta por quatro etapas, a saber: 1- apresentação da discussão sobre mapas mentais; 2 – construção de maquete mental; 3 – representação de mapas mentais; e 4 – análise e discussão do material produzido e seus encaminhamentos. Neste processo o recurso mapa mental pretende discutir o espaço público na cidade, correspondendo, necessariamente, ao marco histórico do aniversário da Cidade de Campina Grande - PB e seus 150 anos de emancipação municipal. É procurado no final da oficina refletir sobre a importância do planejamento, e da importância da teoria refletida na ação prática no exercício da docência.

Vagas: 20
Valor: R$ 0.00 (gratuito)

Ministrante: EDUARDO RIBEIRO DANTAS
Esta oficina tem o objetivo de resgatar a cultura lúdica de municípios paraibanos, especialmente os do interior do Estado, através da rememoração de brincadeiras, de jogos e do esporte recreativo realizados antigamente nessas cidades. Enquanto estratégia de formação de professores de Educação Física para atuação na Educação Básica, especificamente no Ensino Médio, apoia-se nos estudos da mídia para através do audiovisual fomentar a produção de recursos de aprendizagem na área. Trata-se de uma ação de extensão do projeto Educação Física, Mídia e Memória, vinculado ao Grupo de Pesquisa e Extensão Corpo, Educação e Linguagens, do Departamento de Educação Física da Universidade Estadual da Paraíba. Para o seu desenvolvimento, práticas corporais emergentes do processo inicial de rememoração serão construídas e vivenciadas pelo grupo participante, além de registradas em vídeo para posterior transformação em material didático sobre o conhecimento histórico a ser tematizado nas aulas de Educação Física escolar.

Vagas: 11
Valor: R$ 0.00 (gratuito)

Ministrante: LUCIANO GOMES SOARES
O estudo da Geometria deve possibilitar aos alunos o desenvolvimento da capacidade de resolver problemas práticos do cotidiano. O trabalho de representar as diferentes figuras planas e espaciais, presentes na natureza ou imaginadas, deve ser aprofundado e sistematizado nas etapas de escolarização. O ensino de geometria espacial na escola deve contemplar também o estudo de propriedades de posições relativas de objetos geométricos; relações entre figuras planas e espaciais em sólidos geométricos, propriedades de congruência e semelhança, análise de diferentes representações das figuras planas e espaciais, tais como desenho, planificações e construções com instrumentos. Tendo consciência da importância do estudo da geometria espacial no ensino médio, a presente oficina é destinada principalmente a professores e futuros professores de matemática, do ensino médio. Tem o objetivo de proporcionar reflexões sobre novas maneiras de explorar a geometria espacial, consolidar conceitos sobre os sólidos geométricos e suas aplicações, utilizar o palito de picolé para a construção de várias formas geométricas, servir de estímulo, incentivo e motivação para o aprendizado dos alunos.

Vagas: 20
Valor: R$ 0.00 (gratuito)

Ministrante: IZAMARA RAFAELA RAMOS
A sociedade do seculo XXI convive a todo instante com a evolução das tecnologias de informação e comunicação (TIC's), pensando assim, a principal proposta dessa oficina é mostra um software alternativo, o Scratch, que possa ser utilizado de forma interativa por seus usuários, e que possua como principal finalidade desenvolver o ensino-aprendizagem, facilitando o desenvolvimento da autonomia do aluno. Pois o Scratch é uma linguagem de programação desenvolvida pelo MIT, que possibilita a criação de jogos, aminações e historias, onde sua linguagem visual interativa é composta por peças de quebra-cabeça, inspirado no jogo Lego. Onde pode ser utilizado desde dos primeiros anos da educação infantil até cursos mais avançados.

Vagas: 12
Valor: R$ 0.00 (gratuito)

Ministrante: MARIA DO PATROCINIO FREIRE BATISTA
O Brasil, desde as suas mais antigas origens destaca-se pela sua pluralidade cultural. Sua raiz cultural se debruça diante de tantos povos que por aqui passaram, que de tão miscigenados, nós construímos as nossas próprias manifestações culturais de modo bastante peculiar. Não obstante disso, os jogos e brincadeiras, envoltos também nesse matiz cultural, foram sendo criados, recriados e passados de geração em geração. Como tais, hoje assumem muitas das vezes características de anonimato, tradicionalidade, transmissão oral, conservação, mudança e universalidade. Os Jogos Populares estiveram presentes em diferentes tempos e espaços, mas o objetivo de salientar os valores e costumes vigentes permaneceu neste meio, muitos jogos surgiram e outros foram modificados a partir das transformações na sociedade e dos indivíduos. É relativamente comum nos depararmos com diferentes tipos de jogos planejados e sistematizados pelos professores, porém, em sua maioria, temos a redução do jogo apenas ao fazer, ao repetir as regras e gestos elementares que a determinado jogo pertencem, sem ao menos considerar que as aulas devem elevar o nível de conhecimentos de seus alunos para um patamar superior àquele que ele já apresenta. Afinal, se meu aluno já sabe realizar determinado jogo, para que serve minha aula de Educação Física? É preciso optar por metodologias que assegurem as contribuições das aulas para o desenvolvimento crítico do aluno. Nessa forma de pensar inclui-se os conteúdos, advindos de abordagens metodológicas que delineiam de maneira mais ampla o pensar/agir docente, ultrapassando as concepções voltadas apenas ao gesto motor correto, cabendo ao professor de educação física problematizar, interpretar, relacionar, analisar com seus alunos as amplas manifestações da cultura corporal. A partir das intervenções dos professores, o jogo pode favorecer a formação de um sujeito pensante e ativo, com possibilidade de construir sua própria autonomia e, consequentemente, sua cidadania. Assim, objetivamos tratar de um conhecimento popular, do dia a dia de nossos avós, já que estes perdem gradativamente seu espaço na sociedade atual, por várias causas, mas principalmente pelo fácil acesso aos jogos eletrônicos. Fica a cargo da escola e principalmente do professor de educação física possibilitar o acesso a este conteúdo. Através desta proposta objetivamos estabelecer um diálogo sobre o resgate histórico dos jogos e brincadeiras populares, enfatizando a otimização do processo de construção dos valores sociais implícitos nas tradições destes, propiciando uma integração e vivência em grupo. Realizando em primeiro momento um debate sobre os conhecimentos que podemos abordar em nossas aulas sobre o Jogo Popular com os termos: origem, regras e diferenças elementares, forma clássica de jogar, variações do jogo, reelaboração do jogo, relatos de experiência com os jogos dentre outros. Em um segundo momento, a realização de oficinas de brinquedos populares a partir de materiais alternativos, como por exemplo; materiais reciclados, e em seguida, a experimentação/vivência com os brinquedos populares, possibilitando a interação e ressignificação das brincadeiras.

Vagas: 20
Valor: R$ 0.00 (gratuito)

Ministrante: MARCOS GOMES DE QUEIROZ
O presente minicurso tem como objetivo demonstrar os diferentes gêneros textuais, através dos quais é possível apropriar-se do conhecimento sobre a língua e cultura hispânica. A oficina propõe-se, ainda, a aplicar técnicas que permitam ao estudante desenvolver o domínio das quatro habilidades, sendo estas: a Expressão Oral, a Expressão Escrita, a Compreensão Auditiva e a Compreensão Leitora, podendo, através destas habilidades manter a plena comunicação com qualquer indivíduo nativo de língua espanhola. Lembrando ainda que o Marco Comum Europeu estabelece como falante de uma língua estrangeira o indivíduo que domina tais habilidades.

Vagas: 20
Valor: R$ 0.00 (gratuito)

Ministrante: SAULO JOSÉ VELOSO DE ANDRADE, ANIE GABRIELLE VELOSO DA SILVA
A leitura e escrita ainda é, no contexto contemporâneo, uma das grandes preocupações da escola. Nesse sentido, na condição de docentes estamos sempre a buscar possibilidades de melhoria desses dois importantes aspectos. Deste modo, é que surge a presente proposta que busca aglutinar a reflexão de uma proposta sócio- interacionista do ensino da leitura e da escrita através de ações práticas que possibilitarão aos participantes seu uso nos mais diferentes espaços. Sendo nosso objetivo principal o seguinte: produzir artefatos de leitura e escrita em sala de aula de maneira dinâmica. Como objetivos específicos, destacamos: proporcionar uma maior agilidade nas práticas de leitura e escrita; ampliar a produção escrita dos a partir de interesse imediato, ampliar o senso crítico; favorecer a incorporação de um novo repertório discursivo e linguístico a partir das leituras e dos trabalhos de construção de texto através da leitura; permitir ao público a aquisição de comportamento de leitor e escritor, por meio das situações práticas; proporcionar a produção de textos com autoria, levando em conta o conjunto de características que configura o gênero textual a ser produzido, como: O tema, o modo composicional (a estrutura) e o estilo (usos específicos da língua). Desta feita, nossa proposta condensará atividades tais como: Leitura e interpretação de textos para identificação das informações explícitas e implícitas no texto; resgate de experiência nas práticas de leitura e escrita, contação de história e relato oral, formação de GTs, produção de jornal escolar e de paródias com temas atuais, montagem de texto fragmentado, apresentação dos grupos de trabalhos, construção de mural com as paródias produzidas, ilustração de texto, propostas de pesquisa entre outros, proporcionando assim, uma maior interação do público.

Vagas: 20
Valor: R$ 0.00 (gratuito)

Ministrante: Anderson Tiago Nascimento da Silva, Erivágna Rodrigues de Morais
Ementa: Esta oficina tem o intuito de esclarecer o que é Libras bem como ela se realiza. Nesta oficina, serão ensinados os vocábulos e expressões básicos, mas que possibilitarão uma comunicação informal com a pessoa surda.

Vagas: 20
Valor: R$ 0.00 (gratuito)

Ministrante: ISABELLE PRISCILA CARNEIRO DE LIMA
Atualmente, a educação brasileira atravessa um momento de reforma no seu currículo, o que se configura numa das características do Programa de Ensino Médio Inovador, iniciativa do MEC que vem sendo implantado na Paraíba desde 2012. O seu objetivo é estabelecer mudanças significativas nas escolas públicas por meio de uma Reestruturação Curricular. Esse currículo deve incorporar situações práticas e teóricas de aprendizagem que preconizem as dimensões do trabalho, ciência, tecnologia e cultura. Na tentativa de favorecer essa reestruturação e reconhecendo o desenvolvimento tecnológico e científico aparente na sociedade, algumas escolas adquiriram alguns recursos, dentre os quais destacamos o laboratório de Robótica Educacional. A partir deste, as escolas poderiam utilizá-lo com vistas às atividades integradoras de iniciação científica, com ações efetivas de contextualização de conhecimentos. Dessa forma, esta oficina objetiva-se em oportunizar aos participantes um contato com os kits utilizados na Paraíba, oferecendo-lhes subsídios para uma abordagem de conteúdo a partir do seu uso em sala de aula, baseada numa metodologia de problematização como instrumento de incentivo à pesquisa. Para isso, no primeiro momento serão apresentadas algumas considerações acerca da inserção da Robótica nas escolas públicas, precisamente, da Paraíba, além de planos de aula elaborados quando estes kits são o recurso principal. Posteriormente, os participantes poderão manipulá-los e montar protótipos, para que, em seguida, elaborem os seus planos de aula, entendendo os Kits de Robótica como uma possibilidade ao ensino de Física e de outras disciplinas. Ao final, pretende-se que os participantes compreendam a Robótica Educacional como uma ferramenta que possibilita a abordagem interdisciplinar, a partir da atividade experimental, da construção de estruturas, protótipos e robôs, explorando de forma lúdica o trabalho em equipe, como uma alternativa à apresentação de conceitos físicos, bem como de alguns aspectos que permeiam as teorias físicas envolvidas na aula planejada.

Vagas: 20
Valor: R$ 0.00 (gratuito)

Ministrante: ELIS TEREZINHA BASILIO GURJAO
Nosso propósito é compartilhar propostas didáticas pedagógicas subsidiadas pelo MOSAICO, movimento artístico da história da arte que integra a linguagem artes visuais. De acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais, as linguagens da arte devem ser trabalhadas de forma a desenvolver competências que levem a REFLEXÃO, APRECIAÇÃO E PRODUÇÃO do fazer artístico. Dessa forma, é importante que ao observarmos os mosaicos espalhados em diversos ambientes como: praças, edifícios ou na decoração em geral, saibamos que não se trata apenas de uma forma de juntar pedacinhos e formar figuras, mas que o mosaico faz parte de um movimento artístico da história da arte, que surgiu a milhares de anos e ainda permanece em nosso cotidiano como referencial de decoração. Portanto, justifica-se a importância de conhecermos um pouco de sua contextualização histórica e seu uso como recurso lúdico, que permite além do desenvolvimento de habilidades a interdisciplinaridade entre diversas disciplinas. Além de buscar disseminar o conhecimento e valorização do mosaico como linguagem artística e como um potencial recurso didático, nos propomos a partilhar experiências exitosas de projetos realizados em diferentes níveis e modalidades de ensino, a exemplo do “Mosaico da inclusão”; “Poesia em mosaico”, entre outros.

Vagas: 20
Valor: R$ 0.00 (gratuito)

Ministrante: KALLIGIANA ARAÚJO DE FARIAS
A oficina é interativa e tem como objetivo principal a participação de todos os inscritos. Quando se trata de debater ideias boa parte dos alunos ficam em silêncio. Esta oficina pretende desmontar esta situação e colocá-los em movimento tanto no plano do pensamento quanto no plano físico. A estratégia utilizada está organizada em vários momentos em que os participantes defendem temas da filosofia e do cotidiano colocando-se a favor ou contra a temática e os participantes em geral se mudam de lugar se aproximando ou se afastando do argumentador. E ao mesmo tempo defendendo ou atacando a ideia apresentada. Desse modo, espera-se que a arte da argumentação seja uma estratégica eficaz e eficiente para aumentar a participação no decurso das aulas

Vagas: 16
Valor: R$ 0.00 (gratuito)

Ministrante: ELIENE ALVES FERNANDES
Os gêneros textuais se apresentam de várias formas e, atualmente, são reconhecidos como fundamentais na interação sociocomunicativa; em vista disso, eles passaram a nortear o ensino da língua, especialmente o trabalho com análise, interpretação e produção de textos. A música, o cartum, a charge, o anúncio, dentre outros, quando trabalhados de forma criativa e dinâmica, despertam no aluno a criticidade e raciocínio lógico, essenciais para desenvolver suas habilidades e competências. Esse conjunto de possibilidades, trabalhado em prol das necessidades do aluno em sala de aula, transformam-se em excelentes métodos de ensino. Os PCN de Língua Portuguesa, mencionam os gêneros textuais como essenciais no momento da construção de um texto estabelecido pelas relações sociais. Segundo o documento, “todo texto se organiza dentro de determinado gênero em função das intenções comunicativas, como parte das condições de produção dos discursos, as quais geram usos sociais que os determinam. (BRASIL,1999). Nesse sentido, pensamos esta oficina, não trazendo fórmulas, mas percepções capazes de dinamizar as aulas de Língua portuguesa. Serão trabalhadas atividades com fins específicos de conhecer, apreciar, compreender, tanto gêneros específicos à escola quanto externos a ela.

Vagas: 20
Valor: R$ 0.00 (gratuito)

Ministrante: SANDEILSON BESERRA NUNES
A presente oficina tem como proposta criar atividades dinamizadoras que desloquem o ensino de história para que este se torne próximo do aluno. Sendo assim, nosso intuito é mostrar como os depoimentos pessoais podem ser usados como recurso didático para a construção de uma mentalidade sobre o tema Ditadura Militar Brasileira, elaborando cognição para professor e aluno tendo uma experiência mais alargada desse período que deixou máculas em uma sociedade que vive em um período democrático ainda muito recente. Neste percurso, alunos e professores poderão refletir sobre o uso dos depoimentos como fontes historiográficas, concebendo diálogos sobre o lembrar e o esquecer, flexionando passado e presente de forma mais organizada. Logo, criar mecanismos que fomentem para uma concepção mais crítica do fato, dando arrojo para ensino de história ultrapassando suas práticas de pragmatismo, contribuindo para que docentes e discentes ampliem seus conhecimentos sobre a temática de maneira concatenada. Neste processo de compreender as memórias exibidas nos depoimentos que nos fazem ver de forma mais homogênea a construção dos espaços elaborados pelo período de Ditadura Civil Militar Brasileiro. A utilização de novas tecnologias em sala de aula, como suporte para transição do conhecimento ainda é muito recente e carece de esmeros para que esta consiga produzir os efeitos desejados. Nesta oficina, busca-se estabelecer e compreender questões específicas acerca dessas novas tecnologias que se encontram em larga escala dentro do ambiente escolar. A proposta de fazer do depoimento audiovisual um recurso didático para sala de aula, parte da busca de professores e alunos saírem das relações positivistas que impregnam as aulas de história e busca diálogos que se aproximem da realidade de ambos. É importante elucidar que a História deve buscar acordos com as tecnologias para que se potencialize o conhecimento histórico dentro de sala de aula. Embora como já foi dito que, seja recente a utilização desse recursos para que se possa melhorar o conhecimento, devemos elevar o interesse dos alunos pelas aulas, além de torná-los pessoas mais críticas no meio que os cerca. É sabido que durante bom tempo o ensino teve seu pilar de sustentação na transmissão oral e escrita do conhecimento, sendo o mundo imagético pouco difundido e alheio as realidades educacionais. O positivismos fincou-se a partir de uma cristalização no século XIX como receptáculo legítimo e inquestionável do saber. Coube ao professor em seu papel solitário e inquestionável de propagador das informações do aluno buscar meios mais atrativos que fizessem com que o estudante se tornasse espectador ativo na construção do conhecimento. Nas últimas décadas, tem-se observado uma alteração nos parâmetros de ensino, cuja a motivação encontra-se nos meios atuais de comunicação que se inserem constantemente no cenário da sociedade moderna, implicando não só em mudanças comportamentais, mas sim de um todo. E uma dessas ações encontra-se na intervenção dessas novas tecnologias nas salas de aula. Em processo cada vez mais crescente, a utilização da linguagem audiovisual no ensino, suscita discursões incessantes, a priori esse discursões tangenciam em torno de uma utilização crítica das imagens e sua validade no processo ensino aprendizado. Ou seja, é cada vez mais latente as comunicações e entretimentos, pois nosso consumos se tornam gradativamente mais intensos, motivando críticas e debates sobre o uso mais correto dessas informações, difundidas num ritmo cada vez mais frenético. Por cúmulo, não podemos negar o valor que a imagem produz, logo esta produz vários desdobramentos dentro de uma espaço. Isto é, os recursos audiovisuais se torna um auxiliar poderoso ao ensino, pois o aluno não se vê como mero coadjuvante no binômio transição/recepção de conhecimento, agora ele pode estabelecer junto com o professor uma relação entre o que vê e o que ouvir. Embora ainda haja um “certo receio” ao executar esta atividade, pois ainda a disciplina história, frequenta os bancos de letargia no cenário educacional, logo as relações escritas ainda possuem um valor “maior” dentro das relações ensino aprendizado. Já que, os recursos audiovisuais em sala de aula ainda não são vistos com bons olhos pelos professores que o consideram um recurso nocivo e extremamente ineficaz por não se ver nele um auxiliar constritivo no processo educacional, tendo em vista que ali só existe passado pronto e acabado Ou melhor, o uso mecânico desse componente, desprovido de uma análise crítica que busque compreender os espaços criados por este recurso termina por se tornar inútil, visto que a informação é somente fixada sem provocar o questionamento ou motivar a pesquisa. Desta forma, criam-se desafios e compromissos que buscam deslocar a história recente e da memória para próxima do aluno de forma que ele compreenda, que eles também são sujeito dessa história mesmo de forma indireta. Concluindo, a função áudio visual não é agir como mero suporte na transmissão tradicional do saber. É preciso pensar os meios de comunicação como fonte válida de pesquisa, auxiliar importante da investigação científica. Logo, nós como professores não devemos desconsiderá-lo, mas sim utilizá-lo como recurso potencializado pedagógico, criando meios que instiguem as considerações críticas dos alunos, gerando nupérrimos desdobramentos para o ensino de história.

Vagas: 16
Valor: R$ 0.00 (gratuito)

Ministrante: RITA DE CÁSSIA RANGEL ALVES, PAULA SABRINA BARBOSA DE ALBUQUERQUE
A poesia pode estabelecer uma ponte entre a criança e o mundo. Ela também constitui uma maneira de ensinar a dominar certos ritmos fundamentais do ser, como o respirar. Pela expressão da fala, a criança se apropria de suas possibilidades, adquirindo o domínio de sua palavra. Neusa Sorrenti. Acreditamos na poesia enquanto instrumento de formação da subjetividade e construção simbólica da criança, pois a partir dela pode-se ampliar o imaginário infantil e seu contato com o mundo real, a oralidade e consequentemente, utilizá-la como recurso para estimular o ler por prazer, que ainda é um entrave na aprendizagem da língua escrita em nossas salas de aula. Partindo desses pressupostos, apresentamos nossa proposta de oficina que terá como objetivo fazer um enfoque teórico e prático no sentido de esclarecer a importância da poesia no trabalho pedagógico nas séries iniciais do Ensino Fundamental, promovendo a compreensão sobre o que é poesia, o tipo de linguagem que a mesma possui, a importância da poesia infantil enquanto instrumento estimulador da criatividade e da leitura por prazer, o papel do professor como entusiasta da leitura poética e principalmente apresentar abordagens lúdicas e atrativas do trabalho com poesia, fazendo uma ruptura no pensamento ainda intrínseco de que o texto poético se restringe a um instrumento para se ensinar conteúdos como verso, rima e estrofe ou até mesmo a utilização do mesmo para realização de atividades mecânicas de interpretação. Nossa proposta é sugerir que os pedagogos desenvolvam o trabalho com poesia baseado em três pilares, abordados por Glaúcia de Souza, a percepção, que desperta nos alunos a sensação e audição dos poemas, a discussão, que propõe o máximo de interpretações possíveis do texto poético e a criação, que é a etapa na qual os alunos irão expressar suas aprendizagens por meio de produção própria.

Vagas: 19
Valor: R$ 0.00 (gratuito)

Ministrante: EDIELSON RICARDO DA SILVA
: Diante do novo contexto virtual no qual alunos e professores estão inseridos nas instituições de ensino e com a gama de recursos e novas tecnologias que propiciam criar e fortalecer novas metodologias de ensino, essa oficina surge com a intenção de proporcionar subsídios teóricos e metodológicos acerca de recursos já conhecidos (como o Jornal Mural) e fazer a união com as ferramentas novas (blog e fanzine) de forma que venham tornar as aulas e atividades mais dinâmicas e criativas, desenvolvendo habilidades e competências necessárias ao desenvolvimento cognitivo dos discentes participantes desse processo de construção do conhecimento de forma aberta e dialógica na qual todos emitem sua opinião e dialogam entre si. Dessa forma, a proposta aqui exposta pretende capacitar estudantes de graduação e público interessado sobre essa nova área de conhecimento que é a educomunicação, dando prioridade a mídia impressa de produção, leitura e diagramação de textos em espaços virtuais ou não, utilizando-se de vídeos e trabalhos pioneiros já realizados no Brasil para incorporar e adaptar em suas práticas cotidianas dentro das escolas. Além de inserir e estimular todos os participantes, seja o mediador das atividades ou os alunos, em um ambiente em que todos venham vivenciar e exercer sua cidadania ao fazer reportagens, produzir entrevistas, elaborar matérias, registrar através de fotografias e outras práticas que surgem a partir do momento que se começa a elaborar diferentes tipos de jornais, e assim, cria-se um ambiente mais favorável para a real aprendizagem e a memorização dos conteúdos trabalhados através da prática vivenciada. Para a realização da oficina têm-se como fundamentação teórica estudos e pesquisas de FREIRE (1996), ROSSETI-FERREIRA (2005), MARTÍN-BARBEIRO (2014), SOARES (2011) entre outros teóricos e estudiosos do campo de conhecimento em questão.

Vagas: 20
Valor: R$ 0.00 (gratuito)

Ministrante: THIAGO PEREIRA DA SILVA
O óleo residual proveniente de frituras é considerado um grande vilão da poluição ambiental, mas não tem recebido a devida atenção dos gestores da administração pública ou privada. O fator agravante desse tipo de resíduo é que além de não possuir destinação e tratamento adequados, as estações de tratamento não estão preparadas para sua disposição, por isso esse tipo de resíduo tem infelizmente como principal forma de descarte o esgoto doméstico ou o meio ambiente.O óleo que chega intacto aos rios, lagos, córregos e represas fica na superfície da água e impede a entrada da luz e do oxigênio comprometendo a biodiversidade do ecossistema, pois degrada a qualidade destas, além de afetar os organismos vivos nelas existentes. No entanto, esse tipo de resíduo pode ser recuperado com relativa facilidade, gerando receitas que costumam cobrir seu tratamento de recuperação. Pesquisas realizadas em universidades brasileiras e escolas públicas apresentam formas de transformação do óleo residual em subprodutos ou em matérias-primas para outras linhas de produção. Diante do exposto, esta oficina terá como objetivo conscientizar os professores sobre a viabilidade sócio-ambiental e econômica da coleta seletiva de óleos residuais de fritura para a reciclagem, tendo como finalidade a produção de sabão. O intuito da oficina é ensinar aos professores as técnicas necessárias para transnformar os óleos residuais de frituras em sabão. Esta proposta será realizada em com carga horária de 4 hs, distribuidas em 2 momentos: 1° momento: Discussão teórica sobre o tema- (1 h); 2° Momento: Parte prática ( Oficina para a produção do sabão)- (3 h). A transformação de óleo residual em sabão é uma das maneiras de colaborar com a preservação do meio ambiente, que através da reutilização e reaproveitamento torna- se um ato de cidadania e de conscientização. Através desta atividade pode-se contribuir e exercer uma prática social para a geração de empregos e renda, quando em grande escala, proporcionando melhor qualidade de vida das pessoas envolvidas no processo diante da educação ambiental. Segundo Rohden (2005), a questão ambiental é considerada uma área cada vez mais urgente e importante para a sociedade, pois o futuro da humanidade depende da sua relação com a natureza. De acordo com Pinheiro & Silva ( 2011), os sabões decorrem da reação de gorduras procedentes de animais ou de óleos extraídos de grãos, de vários tipos de palmeiras, etc; compreendem os sais de sódio ou de potássio dos diversos ácidos graxos, tendo sido essa reação química denominada por saponificação. Numa reação desse tipo, em que se utiliza um éster proveniente de um ácido graxo, o sal formado desses ácidos recebe o nome de sabão. A ação detergente do sabão facilita os processos de limpeza. Quando se coloca uma peça de roupa suja em contato com a água e sabão, as partículas de gordura se unem às moléculas do mesmo. Sua ação detergente deve-se à estrutura que possui uma parte apolar (hidrófoba) que interage com a gordura e uma parte polar (hidrófila) que interage com a água formando partículas que se mantêm dispersas na água. Espera-se com a presente proposta, que a prática de reciclagem do óleo residual para a fabricação de sabão, se apresente como uma alternativa confiável para o a conscientização ambiental nos espaços formais, pois o papel da Educação Ambiental é de sensibilizar os indivíduos para mudanças de atitude e de valores fazendo surgir uma sociedade sustentável, onde os seres humanos adquiram novas práticas sociais, que combatam o desperdício, que pensem no bem estar individual e coletivo.

Vagas: 20
Valor: R$ 0.00 (gratuito)

Ministrante: MARIA JULIANA LEOPOLDINO VILAR, ALINE TAVARES COSTA
O atual momento histórico aponta para transformações relevantes na sociedade, na economia e na educação. Estas transformações relacionam-se principalmente com o avanço tecnológico, em uma recíproca invasão de práticas entre os mundos virtuais e os reais. A integração dos recursos digitais às dinâmicas de sala de aula na educação básica é, porém, ainda desafiadora. Se por um lado precisamos de professores preparados e de escolas equipadas, por outro temos alunos que possuem e utilizam aparelhos eletrônicos e meios digitais para diferentes finalidades. O que falta muitas vezes é uma aula conectada com características e elementos de interação atuais e familiares aos alunos. Essa oficina propõe apresentar a ferramenta Prezi, como recurso de apoio pedagógico na exposição de aulas e de trabalhos realizados pelos alunos. Os participantes, durante a oficina, irão conhecer alguns exemplos de apresentações, planejar, a partir de referencial teórico entregue no dia, produzir e experimentar o recurso. Será discutido também a necessidade de refletir criticamente a respeito do lugar, do público e do objetivo de cada apresentação antes de escolher o recurso, seja ele digital ou analógico.

Vagas: 20
Valor: R$ 0.00 (gratuito)

Ministrante: EVANIZE CUSTÓDIO RODRIGUES
Resumo: A implantação do Programa Ensino Médio Inovador (ProEMI) trouxe possibilidades de ampliarmos o campo de ação pedagógica para integralizar as diversas áreas do conhecimento definidas para o ensino médio. As experiências no Macrocampo Iniciação Científica e Pesquisa (ICP) nos conduzem a reflexões acerca de ações educativas voltadas para um ensino a partir da contextualização e da problematização que desperte a formação científica. Esta oficina tem como objetivo envolver licenciandos numa proposta de ação pedagógica, no âmbito do Macrocampo ICP, que articule aspectos necessários à formação científica na apreensão de conceitos biológicos. A oficina acontecerá em cinco etapas. Na primeira etapa será explanado sobre o que é o ProEMI enfatizando características do Macrocampo ICP. Na segunda etapa apresentaremos uma situação problema abordando conteúdos de biologia, com intuito de conduzir a elaboração de um plano de investigação. Nessa etapa o grupo será dividido em cinco subgrupos, os quais deverão dar um título ao plano de investigação; apresentar uma justificativa; elaborar objetivos; e apresentar o caminho metodológico. Na terceira etapa cada grupo fará uma breve apresentação do que foi produzido e fixará num mural. A quarta etapa representará a execução do plano de investigação, a organização e análise dos resultados. Serão disponibilizadas, folhas com orientações, livros, equipamentos como microscópio e kits contendo objetos necessários à realização de experimentos. Para concluir, cada grupo deverá socializar os resultados obtidos e comunicar sua aprendizagem, enfatizando sobre a importância do saber/fazer ciência na escola. Com o desenvolvimento desta oficina espera-se que os licenciando reflitam sobre a necessidade de ações pedagógicas inovadores que articulem o desenvolvimento dos conteúdos disciplinares com aspectos necessários à formação científica no ensino médio.

Vagas: 16
Valor: R$ 0.00 (gratuito)

Ministrante: CARLOS ALBERTO MARINHO DE ARAÚJO SOUTO, JÉSSICA SONALY DA COSTA ROCHA
O Xadrez vai além de apenas um jogo, onde se tem um vencedor e um perdedor conforme são utilizadas as estratégias do mesmo. Ao ser aplicado como ferramenta pedagógica é capaz de contribuir para a transformação do indivíduo em sua totalidade. Sabendo-se também que o Xadrez é uma ótima ferramenta para estimular o cognitivo, emocional, social e comportamental de quem pratica, diante de tantas características, o jogo influencia diretamente na educação e formação do ser humano. Para Rezende (2005, p.2-3) o xadrez utilizado como instrumento educacional, estimula aspectos de interação, como a atitude de compartilhar os pensamentos, ideias e raciocínios. Fatores esses que são necessários para a auto-realização do homem inserido do contexto social. Segundo ele, o xadrez é ferramenta para o desenvolvimento educacional pleno da criança.Diante disto, o professor que optar por desenvolver o Xadrez em suas aulas vai ajudar a formar um cidadão, em todos os aspectos. Em estudos realizados, foi possível verificar que a utilização do jogo de Xadrez escolar interferiu diretamente no desempenho e no comportamento dos alunos, quando não tratado como jogo desenvolvidos em clubes ou dentro da própria escola como apenas mais uma modalidade oferecida pela escola, e, porque não abordar o Xadrez de uma forma mais funcional e prazerosa.Desta forma, a oficina XADREZ: CONHECENDO E APRENDENDO A DESENVOLVER SEU PRÓPRIO JOGO, tem como proposta oferecer aos participantes a oportunidade de conhecer o Xadrez desde sua história, construção do jogo e aplicabilidade do mesmo no ambiente escolar não só através da educação física, mas a partir do trabalho interdisciplinar.

Vagas: 19
Valor: R$ 0.00 (gratuito)

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A wonderful serenity has taken possession of my entire soul, like these sweet mornings of spring which I enjoy with my whole heart. I am alone, and feel the charm of existence in this spot, which was created for the bliss of souls like mine.

I am so happy, my dear friend, so absorbed in the exquisite sense of mere tranquil existence, that I neglect my talents. I should be incapable of drawing a single stroke at the present moment; and yet I feel that I never was a greater artist than now.

When, while the lovely valley teems with vapour around me, and the meridian sun strikes the upper surface of the impenetrable foliage of my trees, and but a few stray gleams steal into the inner sanctuary, I throw myself down among the tall grass by the trickling stream; and, as I lie close to the earth, a thousand unknown plants are noticed by me: when I hear the buzz of the little world among the stalks, and grow familiar with the countless indescribable forms of the insects and flies, then I feel the presence of the Almighty, who formed us in his own image.

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